Na escola é proibido errar : lei tácita (e tática!)que se administra no silêncio das provas.Nos concursos se ratifica essa "proibição".
A aprendizagem se funda no ensaio e erro, como se pode
ver numa criança que aprende a andar, a falar errado, a brincar se preparando para a vida adulta (aliás, a fisioterapia atual não passa de um arremedo dos movimentos infantis que a criança executa com naturalidade, mas cuja função é o crescimento e elasticidade dos músculos, vísceras, órgãos, enfim).
Os animais também aprendem
desde filhotes com a lição de ensaio e erro que a natureza põe a
disposição de sua extraordinária e evoluída inteligência sensível,
que é superior a do ser humano; mais acurada.
A escola, na Grécia dos filósofos, significava "ócio", pois eram
os gregos nobres e ociosos que, sem mais que fazer, praticavam a
dialética, buscando a sabedoria (filosofia) ou um aprendizado útil
de retórica, que hoje é útil a advogados, sacerdotes e políticos,
que é o sofisma (falsa sabedoria). Hoje, como se vê, na escola e
na cultura ocidental é o sofisma que fundamenta a escola, bem como
todas as instituições : a Igreja, as empresas, o governo,etc. A escola seria assim o "pássaro" que leva a minhoca (o alimento ) aos seus "filhotes" sociais.Nela medrarão os futuros sofistas que dirigirão a terra ou, mais provavelmente, obedecerão aos poderosos.Em sua grande maioria obedecerão como cães!!! - Esse o estado (de espírito, inclusive!)e a ordem dos Dominicanos, que amavam a Inquisição e as fogueiras que devoraram os templários.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
ESCOLA PARA FORMAR ESTÚPIDOS
Na escola é proibido errar : lei tácita (e tática!)que se administra no silêncio das provas.Nos concursos se ratifica essa "proibição".
A aprendizagem se funda no ensaio e erro, como se pode
ver numa criança que aprende a andar, a falar errado, a brincar se preparando para a vida adulta (aliás, a fisioterapia atual não passa de um arremedo dos movimentos infantis que a criança executa com naturalidade, mas cuja função é o crescimento e elasticidade dos músculos, vísceras, órgãos, enfim).Os animais também aprendem
desde filhotes com a lição de ensaio e erro que a natureza põe a
disposição de sua extraordinária e evoluída inteligência sensível,
que é superior a do ser humano; mais acurada.
A escola, na Grécia dos filósofos, significava "ócio", pois eram
os gregos nobres e ociosos que, sem mais que fazer, praticavam a
dialética, buscando a sabedoria (filosofia) ou um aprendizado útil
de retórica, que hoje é útil a advogados, sacerdotes e políticos,
que é o sofisma (falsa sabedoria). Hoje, como se vê, na escola e
na cultura ocidental é o sofisma que fundamenta a escola, bem como
todas as instituições : a Igreja, as empresas, o governo,etc. A escola seria assim o "pássaro" que leva a minhoca (o alimento ) aos seus "filhotes" sociais.Nela medrarão os futuros sofistas que
dirigirão ou obedecerão aos poderosos.Em sua grande maioria obedecerão como cães!!! - Esse o estado (de espírito, inclusive!).
A aprendizagem se funda no ensaio e erro, como se pode
ver numa criança que aprende a andar, a falar errado, a brincar se preparando para a vida adulta (aliás, a fisioterapia atual não passa de um arremedo dos movimentos infantis que a criança executa com naturalidade, mas cuja função é o crescimento e elasticidade dos músculos, vísceras, órgãos, enfim).Os animais também aprendem
desde filhotes com a lição de ensaio e erro que a natureza põe a
disposição de sua extraordinária e evoluída inteligência sensível,
que é superior a do ser humano; mais acurada.
A escola, na Grécia dos filósofos, significava "ócio", pois eram
os gregos nobres e ociosos que, sem mais que fazer, praticavam a
dialética, buscando a sabedoria (filosofia) ou um aprendizado útil
de retórica, que hoje é útil a advogados, sacerdotes e políticos,
que é o sofisma (falsa sabedoria). Hoje, como se vê, na escola e
na cultura ocidental é o sofisma que fundamenta a escola, bem como
todas as instituições : a Igreja, as empresas, o governo,etc. A escola seria assim o "pássaro" que leva a minhoca (o alimento ) aos seus "filhotes" sociais.Nela medrarão os futuros sofistas que
dirigirão ou obedecerão aos poderosos.Em sua grande maioria obedecerão como cães!!! - Esse o estado (de espírito, inclusive!).
CERVEJA VERSUS ESTUPIDEZ
O álcool entra no processo de maturação do homem.O homem seria,
assim, a metáfora de um barril de carvalho, um tonel onde a bebida, destilada ou não, envelhece, ganha corpo, aroma e sabor.
Quem não bebe sempre fica com um "ranço" infantil ou com um
quê que sabe a leite.Outro fato que os estúpidos esquecem é que quem gosta de beber cerveja ou outra bebida alcoólica, geralmente, não se envolve com drogas como maconha, haxixe, etc.Os consumidores destas drogas ilícitas, via de regra, não são bons consumidores de bebidas alcoólicas.Entretanto, são tagagistas compulsivos.
A indústria nasceu com o álcool, não com os grãos de cereais, mas
com a industrialização deles (fermentação) como bebida alcóolica :
a cerveja.Com o álcool nasce todo o progresso humano.A inteligência e a virtude são filhas do álcool e sua indústria.
A religião emerge de dois cultos : o culto dos mortos e dos cereais, com a deusa da nutrição, Ceres, que chamaram de divindade dos cereais, que é uma deusa do labor, da indústria humana, e do deus do vinho e dos cultos à alegria, dos dias de descanço e comemoração dos frutos de Ceres :Baco.Ceres é a mãe de toda indústria e Baco o pai de toda alegria : o trabalho e o carvaval
são expressões, ecos desses deuses reais quando colocados como
virtudes da natureza e dos seres humanos enquanto seres pensantes e
criativos (criadores da indústria e do trablho sob várias formas).
Baco é o "senhor" do domingo (dia do senhor, em latim), bem como do sábado; Ceres, Nossa Senhora da Labuta.
A crítica a essas divindade verdadeiras tomou corpo com o cristianismo que monopolizou o vinho como sangue de Cristo e Nossa
Senhora, mãe de Jesus, como a nova e pretensa única Ceres, como se
as outras divindades femininas, que sempre foram a mesma sob nomes
e formas diversas : Vênus, Diana, Afrodite, Ísis, pudessem ser
apagadas, como se jamais existissem, como se fosse possível apagá-las com uma borracha escolar.Aliás, se isso fosse possível seria um milagre, quiça o único ato verdadeiramente miraculoso da Igreja.
A cruzada dos novos cavaleiros "templários" contra o álcool denota
a estupidez que assola a mente humana vencida pelo raciocínio de
interesses veiculado pelas grandes corporações mundiais.Na realidade, o problema do alcoolismo não é pior que a compulsão por
comida, nem pelo consumismo ou pela dependência que o povo fica
ante as grandes corporações que se tornaram, graças à mídia, os novos pais e mães do povo.(Mas o ditador é Fidel, somente o indivíduo é criminoso, essa a lógica sofista colocada nas cabeças que pensam-se pensantes, mas são apenas obedientes aos grandes interesses).
A moderação, a virtude da temperança ao beber e comer é uma irrealidade na natureza, pois todo animal (e o homem é um, embora
sempre se esqueça disso), todo bicho precisa comer o máximo para
armazenar gordura para o inverno, mesmo que esse inverno não mais exista para o ser humano, que o superou com tecnologia.Não obstante, nos genes humanos, como nos dos outros animais, está
escrito uma norma que o impele a beber, comer em excesso, pois para a escritura sagrada do código genético só existe "conceito"
(ou "intuição") de espaço,que na vida é gordura e se traduz em energia vital, e tempo : o inverno do urso, que continua a vigorar como lei nas brumas da memória di código de leis naturais genéticas, irrevogável.A velhice (outro tempo frio de inverno) também se caracteriza pelo armazenamento de gordura que poderá
servir de energia a uma longa e possível "hibernação" ocasionado por uma doença que leve ao estado comatoso.
No livro "O Mito da Cachaça Havana - Anísio Santiago", de autoria do escritor Roberto Carlos Santiago, no qual se narra e disseca com sabedoria toda a saga da cachaça, bebida genuinamente brasileira, fica demonstrado a relevância da cachaça como um motor historial e ecônomico do Brasil e a quantidade de preconceitos bizarros que associaram a bebida às classes populares como se isso fosse uma maldição, até o célebre destilado do alquimista Anísio Santiago, avô do autor, elevar a cachaça "Havana-Anísio Santiago" a um patamar tão elevado quanto o uísque escocês, tanto em valor de mercado quanto em preço.
Do exposto, pode-se depreender que quando o pobre bebe é alcoólatra e causa transtornos sociais, famialiares, etc.Mas quando a bebida está no gosto do rico é
requinte, luxo, sofisticação, degustação.O que é diagnosticado como doença (alcoolismo) no pobre, no rico é saúde, comemoração, virtude da temperança.
Salve a cachaça brasileira, que veio na divindade da cana-de-açucar, na esteira dos deuses da África; o continente africano que veio para cá em forma de terra na pele negra de homens, filhos dos orixás!
O deus da cachaça, dentre os orixás, é Exu, o orixá brincalhão que muitos confundem
com o diabo, mas é apenas um deus da paixão e do pavor, um alegre
e assustador símbolo da força natural, que sempre é representada
sob a forma de uma divindade. Essa divindade africana, que os escravos cultuavam até como uma maneira de fugir da opressão dos senhores e seus padres, representa de forma plena a cachaça brasileira : cachaça e Exus são companheiros até de nomes e bares : "seu" Tranca-Ruas não é um nome de Exu que lembre o bêbado, trancado e trancando a rua?! "Seu" Zé Pilintra, não é outro nome que lembra muito o nome comum do brasileiro, negro ou pardo ou moreno, com o cheiro da cachaça no suor, no jeito de oferecer um pouco da cachaça ao "santo", de falar, etc., pois o "cachaçeiro" é uma espécie de Exu não sagrado, profano, que está solto pelos bares e ruas.
O álcccol e o social são artefatos e costumes, valores tão entranhados na cultura que seira tolice desprezá-los como elementos sociasi formadores de valores e modos de vida, tanto quanto à Igreja ou qualquer intituição orgulhosa de seus feitos que nem são tão nobres.
Pior que o álccol foi a peste negra sob a capa cretina e cruel do santo Ofício, que o artista espanhol Goya retratou com toda a exatidão em suas gravaras e esboços satíricos e trágicos.
assim, a metáfora de um barril de carvalho, um tonel onde a bebida, destilada ou não, envelhece, ganha corpo, aroma e sabor.
Quem não bebe sempre fica com um "ranço" infantil ou com um
quê que sabe a leite.Outro fato que os estúpidos esquecem é que quem gosta de beber cerveja ou outra bebida alcoólica, geralmente, não se envolve com drogas como maconha, haxixe, etc.Os consumidores destas drogas ilícitas, via de regra, não são bons consumidores de bebidas alcoólicas.Entretanto, são tagagistas compulsivos.
A indústria nasceu com o álcool, não com os grãos de cereais, mas
com a industrialização deles (fermentação) como bebida alcóolica :
a cerveja.Com o álcool nasce todo o progresso humano.A inteligência e a virtude são filhas do álcool e sua indústria.
A religião emerge de dois cultos : o culto dos mortos e dos cereais, com a deusa da nutrição, Ceres, que chamaram de divindade dos cereais, que é uma deusa do labor, da indústria humana, e do deus do vinho e dos cultos à alegria, dos dias de descanço e comemoração dos frutos de Ceres :Baco.Ceres é a mãe de toda indústria e Baco o pai de toda alegria : o trabalho e o carvaval
são expressões, ecos desses deuses reais quando colocados como
virtudes da natureza e dos seres humanos enquanto seres pensantes e
criativos (criadores da indústria e do trablho sob várias formas).
Baco é o "senhor" do domingo (dia do senhor, em latim), bem como do sábado; Ceres, Nossa Senhora da Labuta.
A crítica a essas divindade verdadeiras tomou corpo com o cristianismo que monopolizou o vinho como sangue de Cristo e Nossa
Senhora, mãe de Jesus, como a nova e pretensa única Ceres, como se
as outras divindades femininas, que sempre foram a mesma sob nomes
e formas diversas : Vênus, Diana, Afrodite, Ísis, pudessem ser
apagadas, como se jamais existissem, como se fosse possível apagá-las com uma borracha escolar.Aliás, se isso fosse possível seria um milagre, quiça o único ato verdadeiramente miraculoso da Igreja.
A cruzada dos novos cavaleiros "templários" contra o álcool denota
a estupidez que assola a mente humana vencida pelo raciocínio de
interesses veiculado pelas grandes corporações mundiais.Na realidade, o problema do alcoolismo não é pior que a compulsão por
comida, nem pelo consumismo ou pela dependência que o povo fica
ante as grandes corporações que se tornaram, graças à mídia, os novos pais e mães do povo.(Mas o ditador é Fidel, somente o indivíduo é criminoso, essa a lógica sofista colocada nas cabeças que pensam-se pensantes, mas são apenas obedientes aos grandes interesses).
A moderação, a virtude da temperança ao beber e comer é uma irrealidade na natureza, pois todo animal (e o homem é um, embora
sempre se esqueça disso), todo bicho precisa comer o máximo para
armazenar gordura para o inverno, mesmo que esse inverno não mais exista para o ser humano, que o superou com tecnologia.Não obstante, nos genes humanos, como nos dos outros animais, está
escrito uma norma que o impele a beber, comer em excesso, pois para a escritura sagrada do código genético só existe "conceito"
(ou "intuição") de espaço,que na vida é gordura e se traduz em energia vital, e tempo : o inverno do urso, que continua a vigorar como lei nas brumas da memória di código de leis naturais genéticas, irrevogável.A velhice (outro tempo frio de inverno) também se caracteriza pelo armazenamento de gordura que poderá
servir de energia a uma longa e possível "hibernação" ocasionado por uma doença que leve ao estado comatoso.
No livro "O Mito da Cachaça Havana - Anísio Santiago", de autoria do escritor Roberto Carlos Santiago, no qual se narra e disseca com sabedoria toda a saga da cachaça, bebida genuinamente brasileira, fica demonstrado a relevância da cachaça como um motor historial e ecônomico do Brasil e a quantidade de preconceitos bizarros que associaram a bebida às classes populares como se isso fosse uma maldição, até o célebre destilado do alquimista Anísio Santiago, avô do autor, elevar a cachaça "Havana-Anísio Santiago" a um patamar tão elevado quanto o uísque escocês, tanto em valor de mercado quanto em preço.
Do exposto, pode-se depreender que quando o pobre bebe é alcoólatra e causa transtornos sociais, famialiares, etc.Mas quando a bebida está no gosto do rico é
requinte, luxo, sofisticação, degustação.O que é diagnosticado como doença (alcoolismo) no pobre, no rico é saúde, comemoração, virtude da temperança.
Salve a cachaça brasileira, que veio na divindade da cana-de-açucar, na esteira dos deuses da África; o continente africano que veio para cá em forma de terra na pele negra de homens, filhos dos orixás!
O deus da cachaça, dentre os orixás, é Exu, o orixá brincalhão que muitos confundem
com o diabo, mas é apenas um deus da paixão e do pavor, um alegre
e assustador símbolo da força natural, que sempre é representada
sob a forma de uma divindade. Essa divindade africana, que os escravos cultuavam até como uma maneira de fugir da opressão dos senhores e seus padres, representa de forma plena a cachaça brasileira : cachaça e Exus são companheiros até de nomes e bares : "seu" Tranca-Ruas não é um nome de Exu que lembre o bêbado, trancado e trancando a rua?! "Seu" Zé Pilintra, não é outro nome que lembra muito o nome comum do brasileiro, negro ou pardo ou moreno, com o cheiro da cachaça no suor, no jeito de oferecer um pouco da cachaça ao "santo", de falar, etc., pois o "cachaçeiro" é uma espécie de Exu não sagrado, profano, que está solto pelos bares e ruas.
O álcccol e o social são artefatos e costumes, valores tão entranhados na cultura que seira tolice desprezá-los como elementos sociasi formadores de valores e modos de vida, tanto quanto à Igreja ou qualquer intituição orgulhosa de seus feitos que nem são tão nobres.
Pior que o álccol foi a peste negra sob a capa cretina e cruel do santo Ofício, que o artista espanhol Goya retratou com toda a exatidão em suas gravaras e esboços satíricos e trágicos.
Assinar:
Comentários (Atom)