quarta-feira, 6 de agosto de 2008

O GRITO DE GUERRA

Na escola é proibido errar : lei tácita (e tática!)que se administra no silêncio das provas.Nos concursos se ratifica essa "proibição".
A aprendizagem se funda no ensaio e erro, como se pode
ver numa criança que aprende a andar, a falar errado, a brincar se preparando para a vida adulta (aliás, a fisioterapia atual não passa de um arremedo dos movimentos infantis que a criança executa com naturalidade, mas cuja função é o crescimento e elasticidade dos músculos, vísceras, órgãos, enfim).
Os animais também aprendem
desde filhotes com a lição de ensaio e erro que a natureza põe a
disposição de sua extraordinária e evoluída inteligência sensível,
que é superior a do ser humano; mais acurada.
A escola, na Grécia dos filósofos, significava "ócio", pois eram
os gregos nobres e ociosos que, sem mais que fazer, praticavam a
dialética, buscando a sabedoria (filosofia) ou um aprendizado útil
de retórica, que hoje é útil a advogados, sacerdotes e políticos,
que é o sofisma (falsa sabedoria). Hoje, como se vê, na escola e
na cultura ocidental é o sofisma que fundamenta a escola, bem como
todas as instituições : a Igreja, as empresas, o governo,etc. A escola seria assim o "pássaro" que leva a minhoca (o alimento ) aos seus "filhotes" sociais.Nela medrarão os futuros sofistas que dirigirão a terra ou, mais provavelmente, obedecerão aos poderosos.Em sua grande maioria obedecerão como cães!!! - Esse o estado (de espírito, inclusive!)e a ordem dos Dominicanos, que amavam a Inquisição e as fogueiras que devoraram os templários.

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