Infância - crisálida de poeta
tempo mítico e real
sem a pieguice juvenil ou senil
que canta a paixão do amor
ou a avareza de possuir
As fragrâncias do caju
em flores, folhas com nervuras
tronco com esgalhos retorcidos
num esgar de bruxa
traziam o cajueiro plantado
o meio dos meus sentidos
Mãe, pai, vovó eram as vozes
o canto angelical da criança que fui
- feliz de corpo e alma!
Porquanto anjos cantavam melodias
que Amadeus Mozart sequer pôs em partitura
para o "Stradivarius" de Paganini)
Toda menina bonita era Rapunzel
Haviam bruxas más
e arrepiantes histórias de lobisomens
e mulas-sem-cabeça no escuro
que a lâmpada apagou
como se fosse uma borracha
sobre um rascunho a lápis
(histórias que a ciência
compilou como lendas : estórias)
A infância é paraíso perdido
do qual fomos expulsos
ao desabrochar da sexualidade
que alienou o amor
entre a sexualidade e o celibato
Infância é orgasmo no corpo inteiro!!!...
- Felicidade de corpo e alma!!!...
sábado, 28 de junho de 2008
O TERROR PÂNICO
A voz exprime a dor, o medo, a insegurança que a existência traz a cada dia ; a paranóia e a crise de hipocondria que qualquer expressão dolorosa, por mínima, que o corpo põe a "olho nu" (olho pelado? ou olho pelado do banheiro?).
O terror pânico do câncer, que a mídia coloca cotidianamente, como um deus Pan (deus Pânico) , nos congressos, seminários, estudos cientícios sobre o tema, acabam resvalando em todos, mesmo os que sabem que tudo é mais pavor para manter a parvoíce geral intacta, sob controle.
Entretanto, o corpo, em sua mísera e opulenta fisiologia, é um mistério com os sete véus da danca do ventre : do corpo nada sabemos, nem o sabem os médicos , senão com os sentidos funcionando como batedores à cata de rastros dolorosos (mistérios dolorosos do Rosário!) para detectar, diagnosticar que algo parece ir mal.
Mas foi, creio (não no Deus dos hebreus, nem em Anúbis ou Pan) que foi apenas alguma reação a bactérias de idiotices e imbecilidades que atuam aí (lá)no mundo social.
Essa vida é muito séptica, mormente no hospital. O medo não é de morrer, mas de ficar entre os pacientes sem o benefício do suicídio ou da eutanásia. Na realidade, eutanásia é o conceito legal (institucional) para suicídio;pode-se pedir à lei (se há lei, há até para solicitação para morrer!!!) para ser morto; no entanto, o suicídio sempre é visto como perverso porque contraria a lei, o rei, Deus e Estado : a eutanásia e o suícido desdenha de tudo, põe a nu as religiões e outros simulacros (hipocrisias) que faz lei e rei na grei.
A eutanásia é a lei do rei na grei ( o rei pode ser a Igreja, o estado, a opinião pública,a mídia e, óbvio, a própria lei : o velho animal alfa escrito, desenhado ou em num novo "design").
As trevas da morte virão como um vestido e um véu de mulçumana que esconde formas ( e potencializa o desejo!) ; todavia, o pior é a vida em plena velhice, que também vem como um cavaleiro do apocalipse real, cavaleiro desgarrado!
Eu sou o cavaleiro degarrado do apocalipse!!!
O terror pânico do câncer, que a mídia coloca cotidianamente, como um deus Pan (deus Pânico) , nos congressos, seminários, estudos cientícios sobre o tema, acabam resvalando em todos, mesmo os que sabem que tudo é mais pavor para manter a parvoíce geral intacta, sob controle.
Entretanto, o corpo, em sua mísera e opulenta fisiologia, é um mistério com os sete véus da danca do ventre : do corpo nada sabemos, nem o sabem os médicos , senão com os sentidos funcionando como batedores à cata de rastros dolorosos (mistérios dolorosos do Rosário!) para detectar, diagnosticar que algo parece ir mal.
Mas foi, creio (não no Deus dos hebreus, nem em Anúbis ou Pan) que foi apenas alguma reação a bactérias de idiotices e imbecilidades que atuam aí (lá)no mundo social.
Essa vida é muito séptica, mormente no hospital. O medo não é de morrer, mas de ficar entre os pacientes sem o benefício do suicídio ou da eutanásia. Na realidade, eutanásia é o conceito legal (institucional) para suicídio;pode-se pedir à lei (se há lei, há até para solicitação para morrer!!!) para ser morto; no entanto, o suicídio sempre é visto como perverso porque contraria a lei, o rei, Deus e Estado : a eutanásia e o suícido desdenha de tudo, põe a nu as religiões e outros simulacros (hipocrisias) que faz lei e rei na grei.
A eutanásia é a lei do rei na grei ( o rei pode ser a Igreja, o estado, a opinião pública,a mídia e, óbvio, a própria lei : o velho animal alfa escrito, desenhado ou em num novo "design").
As trevas da morte virão como um vestido e um véu de mulçumana que esconde formas ( e potencializa o desejo!) ; todavia, o pior é a vida em plena velhice, que também vem como um cavaleiro do apocalipse real, cavaleiro desgarrado!
Eu sou o cavaleiro degarrado do apocalipse!!!
JESUS LIDO EM RENAN
Não sei se existe formada a palavra "mendacidade". Se não... e daí?! Tá aí. Danem-se os donos dos latifúdios da língua! Que "latam"!! Eles são mendazes.
Estive lendo "A Vida de Jesus". Renan, o autor, um sábio irretorquível, descreve com volúpia atéia um homem. Um pobre homem perdido na infância. Mendaz o homem Jeus? Ou apenas vítima da utopia juvenil, que os podersos implantam na mente incauta para depois matá-los legalmente . A lei é isso : um crime legal que substitui outro crime : ilegal . A fronteira é tênue. E no meio dela sobrevive um paradoxo fatal ( para alguns). Nada mais.
Jesus (ou como diria Padre Marcelo infinitamente : Jesus! Jesus! Jesus!... parecendo um louco de pedra). Jeus, um homem em quem o tempo e sua teia cultural envolveu como uma presa de aranha e que depois de morto, por ingenuidade infantil, tem os despojos como espólio de outra teia aracnídea da igreja ( estou a fazer da santa madre igreja um homem-aranha, ou mais "fiel" à flexibilidade da língua portuguesa, no gênero : mulher-aranha; igreja é feminino.E como é feminino!!!)).
Os homens somos mendazes. Respiramos toda a mentira que vem no bojo da cultura : colônia de vermes, para gusanos. Se não toleramos a mendacidade geral, comum, entramos na ordem mendicante dos desempregados ou desesperados ou vamos para algum Tribunal do santo ofício, da velha e invisível Inquisição, que hoje são Tribunais com nomes mais pomposso, tal qual o supremo .
Nenhuma escolha na democracia!!!O capital cria sua Ordem franciscana de rapar a cabeça e andar em andrajos. Franciscos. Chicos. Micos. Bufões, truões, bobos de Velazquez. Francesco na Úmbria, vestido de pobre, a caráter para a missão que lhe levará à sanidade canonizada, em alegria juvenil e vida envolta num torvelinho de sonhos arquitetados em seus "memes" pelo Cristo cristalizado em Igreja, na igreja que o próprio Jeus abominou (na época era a dos fariseus e saduceus, que é a mesma de hoje e a da perversa Inquisição, que queimou bruxas e herejes às pampas e com volúpia. Quiça os padres inquisidores, aqueles santos, queimassem assim os prazeres da carne que, supostamente, em votos de castidade, mantinham .
Pedra."Petrus"."Tu és pedra..."(eu diria que é tão-somente um rio mineral correndo no plasma sanguíneo como pequeninas "pedrinhas" de cálcio, magnésio, potássio, que a terminologia científica de gravata ( e bravata!) denomina "sais minerais".
Corpo de Adão; depois transfigurado em "Corpo de Cristo". Engraçado e sem-graça, que Antônio Conselheiro, o beato, o "Bom Jesus" não foi canonizado, conquanto palmilhasse a mesma sina de Jesus , no sertão nordestino, no povoado de "Canudos", as marguesn do "Vaza-Barris", onde foi trucidado . Destinos traçejados por outrem como caminho : pelos donos das instituições do caminhar, que se faz ao mandar caminha, sempre com o chicote à mão. Escultura na memória genética, no corpo ancestral, antepassado.
Ernest Renan, o excelso sábio francês, demonstra o que já o fizera Euclides da Cunha, em "Os Sertões", caracterizando o sertanejo, e seus "fraticelos" de cá, de "aquém mar"..."Que o mar sem fim é português" em vates lusos em pessoa.
A Vida de Jesus recriada no quinto evangelho, o de Renan, remete-nos aos quintos dos infernos : os homens que a cada passo, a cada época, assenhoram-se de outros homens, fazem-nos escravos e, dessarte, controem o poder, a cultura e a civilização servil, fundada no servilismo e na mentira grotesca.
Jesus, um humilde ser que sequer conheceu o mundo, que mal soube onde pisava, em que campo minado jogava (como hoje jogamos no computador ou celular), que vivia sob uma cultura medíocre, uma língua pobre, envolta pela pieguiçe romântica ( e "românica") de um Messias, que era o futuro judaico da época (e dizem que até hoje continua sendo asim para o judeu ortodoxo! Eles ainda esperam o Messias!!!). Hoje, sob a égide benéfica do capitalismo, o futuro é um emprego bom ou dinheiro ; ninguém espera senão um Messias, um dia do senhor em que ganhem na loteria milhões .
Evangelistas delirantes traçaram genealogias de Cristo que remotam a Davi para um homem pobre, insignificante e um bando de charlatães posteriores que souberam e sabem tirar proveito desse espólio que fez a fortuna dos 16 Bentos de todos os tempos!(Seria o Benedito?!).
Lendo Renan, e Jesus em Renan, fico nos vendo a debater em vão na teia da cultura como a abelha presa na urdidura da aranha. Abelha crucificada na teia da aranha! (Ou as instituições não são armadilhadas?).
Estive lendo "A Vida de Jesus". Renan, o autor, um sábio irretorquível, descreve com volúpia atéia um homem. Um pobre homem perdido na infância. Mendaz o homem Jeus? Ou apenas vítima da utopia juvenil, que os podersos implantam na mente incauta para depois matá-los legalmente . A lei é isso : um crime legal que substitui outro crime : ilegal . A fronteira é tênue. E no meio dela sobrevive um paradoxo fatal ( para alguns). Nada mais.
Jesus (ou como diria Padre Marcelo infinitamente : Jesus! Jesus! Jesus!... parecendo um louco de pedra). Jeus, um homem em quem o tempo e sua teia cultural envolveu como uma presa de aranha e que depois de morto, por ingenuidade infantil, tem os despojos como espólio de outra teia aracnídea da igreja ( estou a fazer da santa madre igreja um homem-aranha, ou mais "fiel" à flexibilidade da língua portuguesa, no gênero : mulher-aranha; igreja é feminino.E como é feminino!!!)).
Os homens somos mendazes. Respiramos toda a mentira que vem no bojo da cultura : colônia de vermes, para gusanos. Se não toleramos a mendacidade geral, comum, entramos na ordem mendicante dos desempregados ou desesperados ou vamos para algum Tribunal do santo ofício, da velha e invisível Inquisição, que hoje são Tribunais com nomes mais pomposso, tal qual o supremo .
Nenhuma escolha na democracia!!!O capital cria sua Ordem franciscana de rapar a cabeça e andar em andrajos. Franciscos. Chicos. Micos. Bufões, truões, bobos de Velazquez. Francesco na Úmbria, vestido de pobre, a caráter para a missão que lhe levará à sanidade canonizada, em alegria juvenil e vida envolta num torvelinho de sonhos arquitetados em seus "memes" pelo Cristo cristalizado em Igreja, na igreja que o próprio Jeus abominou (na época era a dos fariseus e saduceus, que é a mesma de hoje e a da perversa Inquisição, que queimou bruxas e herejes às pampas e com volúpia. Quiça os padres inquisidores, aqueles santos, queimassem assim os prazeres da carne que, supostamente, em votos de castidade, mantinham .
Pedra."Petrus"."Tu és pedra..."(eu diria que é tão-somente um rio mineral correndo no plasma sanguíneo como pequeninas "pedrinhas" de cálcio, magnésio, potássio, que a terminologia científica de gravata ( e bravata!) denomina "sais minerais".
Corpo de Adão; depois transfigurado em "Corpo de Cristo". Engraçado e sem-graça, que Antônio Conselheiro, o beato, o "Bom Jesus" não foi canonizado, conquanto palmilhasse a mesma sina de Jesus , no sertão nordestino, no povoado de "Canudos", as marguesn do "Vaza-Barris", onde foi trucidado . Destinos traçejados por outrem como caminho : pelos donos das instituições do caminhar, que se faz ao mandar caminha, sempre com o chicote à mão. Escultura na memória genética, no corpo ancestral, antepassado.
Ernest Renan, o excelso sábio francês, demonstra o que já o fizera Euclides da Cunha, em "Os Sertões", caracterizando o sertanejo, e seus "fraticelos" de cá, de "aquém mar"..."Que o mar sem fim é português" em vates lusos em pessoa.
A Vida de Jesus recriada no quinto evangelho, o de Renan, remete-nos aos quintos dos infernos : os homens que a cada passo, a cada época, assenhoram-se de outros homens, fazem-nos escravos e, dessarte, controem o poder, a cultura e a civilização servil, fundada no servilismo e na mentira grotesca.
Jesus, um humilde ser que sequer conheceu o mundo, que mal soube onde pisava, em que campo minado jogava (como hoje jogamos no computador ou celular), que vivia sob uma cultura medíocre, uma língua pobre, envolta pela pieguiçe romântica ( e "românica") de um Messias, que era o futuro judaico da época (e dizem que até hoje continua sendo asim para o judeu ortodoxo! Eles ainda esperam o Messias!!!). Hoje, sob a égide benéfica do capitalismo, o futuro é um emprego bom ou dinheiro ; ninguém espera senão um Messias, um dia do senhor em que ganhem na loteria milhões .
Evangelistas delirantes traçaram genealogias de Cristo que remotam a Davi para um homem pobre, insignificante e um bando de charlatães posteriores que souberam e sabem tirar proveito desse espólio que fez a fortuna dos 16 Bentos de todos os tempos!(Seria o Benedito?!).
Lendo Renan, e Jesus em Renan, fico nos vendo a debater em vão na teia da cultura como a abelha presa na urdidura da aranha. Abelha crucificada na teia da aranha! (Ou as instituições não são armadilhadas?).
AMOR
o vocábulo "amor" não tem gosto de amor, nem cheiro consequentemente.O amor tem gosto e cheiro de sangue, corpo : é, quimicamente, feromônios (que se dane a harmonia gramatical de combinar pluralidades! Aqui a frase não pode, professores de palantã e palmatória eterna).
O símbolo só diz algo sublime ou vil, biltre, fútil do amor para quem não o experimentou como Eros, filos e, por fim, agape, as três formas do amor classificadas pelos gregos antigos
Agape é o amor por filhos quer sejam físicos (physis, ou espirituais ("nous"?).
O amor "filo" ("amigo") é o amor grupal do animal em rebanho. O eros é a vontade Shopenhauriana, nietszchiniana de ter filhos, espargir o sangue nas aras ( a religião é puro sexo, psicanálise desde Hanúbis até Cristo). O Eros é o amor que separa do grupo, é o amor menos social, porquanto une sexualmente dois seres de sexos opostos para o fim precípuo da natureza : procriar, perpetuar a espécie. Mas evidentemente se origina na atração podersos entre um homem e uma mulher.
O agape é o amor pela prole, que em seres espiritualizados é simbolizado como humanidade ( os humanóides emmassa precisando entrar na "toca de Assis" para fugir da toca do lobo, da "boca do lobo", da "boca da noite"). O amor real, de fato, é o amor expresso na conjunção carnal; é simbolizado na forma do deus Eros, deus do amor Eros, que é representado como meio homem meio animal : um sátiro e simboliza o coito.
O "filos", amor de amigo, está no amor pela sabedoria, que faz a ciência, a filosofia, a arte, pelos artistas apaixonados, está na paixão dos profetas e também presente na amaiade entre seres huananos, na sua forma mais humana e simples.
O ágape já é um amor que abrange a toda a humanidade, como o dito "amor de Cristo" e de todos os pais espituais da humanidade, como São Francisco de Assis, Rumi, etc.; não obstante, primordialmente, o agape é o amor do pai e da mãe para com a prole, pela qual está disposta a morrer ou matar.
O símbolo só diz algo sublime ou vil, biltre, fútil do amor para quem não o experimentou como Eros, filos e, por fim, agape, as três formas do amor classificadas pelos gregos antigos
Agape é o amor por filhos quer sejam físicos (physis, ou espirituais ("nous"?).
O amor "filo" ("amigo") é o amor grupal do animal em rebanho. O eros é a vontade Shopenhauriana, nietszchiniana de ter filhos, espargir o sangue nas aras ( a religião é puro sexo, psicanálise desde Hanúbis até Cristo). O Eros é o amor que separa do grupo, é o amor menos social, porquanto une sexualmente dois seres de sexos opostos para o fim precípuo da natureza : procriar, perpetuar a espécie. Mas evidentemente se origina na atração podersos entre um homem e uma mulher.
O agape é o amor pela prole, que em seres espiritualizados é simbolizado como humanidade ( os humanóides emmassa precisando entrar na "toca de Assis" para fugir da toca do lobo, da "boca do lobo", da "boca da noite"). O amor real, de fato, é o amor expresso na conjunção carnal; é simbolizado na forma do deus Eros, deus do amor Eros, que é representado como meio homem meio animal : um sátiro e simboliza o coito.
O "filos", amor de amigo, está no amor pela sabedoria, que faz a ciência, a filosofia, a arte, pelos artistas apaixonados, está na paixão dos profetas e também presente na amaiade entre seres huananos, na sua forma mais humana e simples.
O ágape já é um amor que abrange a toda a humanidade, como o dito "amor de Cristo" e de todos os pais espituais da humanidade, como São Francisco de Assis, Rumi, etc.; não obstante, primordialmente, o agape é o amor do pai e da mãe para com a prole, pela qual está disposta a morrer ou matar.
NASCIMENTO DE UM FILÓSOFO
qquando a gente começa a se questionar, a se criticar, é porque"um menino nos nasceu, e ele será chamado, Deus conosco, príncipe da paz, e seu reino não terá fim", diz o profeta Isaías.E comoeu hoje tô esdrúxulo em teoria, leio esse oráculo (oração, frase,verso, canto do antigo poeta, então chamado profeta, mas sempre ovelho utopista, sonhador, fingidor. Na realidade, o "Deus conosco" ou "Emanuel" na língua hebraica-aramaica, não é nada mais que uma referência a um filho, à gravidez da jovem esposa, geralmente a esposa do rei, daqueles reis da Casa de Davi, que se metaforizou em coisas inexistentes naquelas línguas e cultura, que não compreendemos, nem o compreendem os maiores eruditos, pois não tiveram o benefício de viver naquela contexto, exceto pelo sonho da máquina do tempo de Prof. pardal e Einstein, que jamias se realizou e, possivelmente, jamais se realizará).
Como todo nascimento, o nascimento da tragédia de ser filósofo, ser autoconsciente, autoconsciente de sua solidão irreconciliável com o mundo e os demais seres ou entes; é o nascimento do pensar por si, ter a coragem do leão para se enfrentar e perceber com regozijo que superou seu próprio pensamento, que depois da ação (que Aristóteles chama o pensar,o ato do homem em contraste com o reagir do bicho: o homem age, o animal, como o corpo, reage), vem a super ação (a superação deque fala Hegel na sua dialética, ou seja, o pensamento que se superou com a crítica da alienação do próprio pensamento emforma de religião, política, dinheiro; a superação do filósofo como a suprema alienação do homem enquanto ser humano, indivíduo).
Todavia, mais difícil do que essas superações abstratas é a superação real, de fato, de si mesmo. Isso é que nos faz sentir vivos, mutantes, crescendo mentalmente como uma criança cresce fisicamente e os anões do pensamento ficam povo o resto dos dias contando lendas coomo se fôssem verdades, incuato, pensando que a ciência que recebemos é ciência de fato, quando o que recebemos da "ciência " em mídia são meras informações truncadas, lendárias, mitológicas, que nos tornam mais imbecis e ridículos, crendo que ouvi ou leu a verdade médica, piscanalítica, nutricional de algum profissional que sabe tudo ( o pobre homem que escreveu um artigo ou deu uma entrevista midiática muitas das vezes nem enxerga o próprio nariz, nem a barriga imensa permite que veja... é pronográfico! Ciência pornográfica é o que recebemos da mídia).
Quanto aos contrapontos das verdades, isso soa como música, Musas reais; se não os há, então a relação é tirânica, de animal-alfa para o grupo de submissos, de governo para com o povo.
Como todo nascimento, o nascimento da tragédia de ser filósofo, ser autoconsciente, autoconsciente de sua solidão irreconciliável com o mundo e os demais seres ou entes; é o nascimento do pensar por si, ter a coragem do leão para se enfrentar e perceber com regozijo que superou seu próprio pensamento, que depois da ação (que Aristóteles chama o pensar,o ato do homem em contraste com o reagir do bicho: o homem age, o animal, como o corpo, reage), vem a super ação (a superação deque fala Hegel na sua dialética, ou seja, o pensamento que se superou com a crítica da alienação do próprio pensamento emforma de religião, política, dinheiro; a superação do filósofo como a suprema alienação do homem enquanto ser humano, indivíduo).
Todavia, mais difícil do que essas superações abstratas é a superação real, de fato, de si mesmo. Isso é que nos faz sentir vivos, mutantes, crescendo mentalmente como uma criança cresce fisicamente e os anões do pensamento ficam povo o resto dos dias contando lendas coomo se fôssem verdades, incuato, pensando que a ciência que recebemos é ciência de fato, quando o que recebemos da "ciência " em mídia são meras informações truncadas, lendárias, mitológicas, que nos tornam mais imbecis e ridículos, crendo que ouvi ou leu a verdade médica, piscanalítica, nutricional de algum profissional que sabe tudo ( o pobre homem que escreveu um artigo ou deu uma entrevista midiática muitas das vezes nem enxerga o próprio nariz, nem a barriga imensa permite que veja... é pronográfico! Ciência pornográfica é o que recebemos da mídia).
Quanto aos contrapontos das verdades, isso soa como música, Musas reais; se não os há, então a relação é tirânica, de animal-alfa para o grupo de submissos, de governo para com o povo.
TERRA NA CARNE E NOS OSSOS
Adamah! Este o vocábulo hebraico para terra em oposição a Adão, o ser humana. Daí talvez voaram "pássaros canoros" na voz humana palavras como "dama". Quiça. Fique o certo e o errado para os que medem pernas de pulgas (cientistas e outros bichos); eu prefiro me postar sempre na tensão que há entre o certo e o errado.
Ontem, matina pura, fui na terra : Adamah! Onde peguei o barro de pai e mãe e pus no corpo ( mas dizem que foi primeiro pai no coito e depois mãe no parto e antes Deus e a natureza que colocaram no mundo este punhado de terra que é meu corpo material, elétrico, químico, eletromagnético, patético, enfim!Puah!)
Senti na coluna vertebral o sussuro dos antepassados.Eles estão em mim como num cemitério vivo. Lembrei que meu pai recitava pateticamente (de novo o patético!) :"eu venho de longe...de terras onde o verde..." e não tenho mais idéia que mais (idéia e lembrança é algo arraigado no senso comum; foi o que ficou do pensamento de Platão na plebe que, da filosofia maior, corrente de pensamento profundo e vasto que se originou em Sócrates, Platão e Aristóteles e que desçeu a uma filosofia menor, de menos sabedoria, maturidade, profundidade e originalidade, até fil´sosofos estócios, epicuristas, cínicos, até se firmar como ciência do Direito, que já não é ciência alguma, mas opiniões de doutores, simples doutrinas para dominar, domar, imperar, que é a filosofia baixa dos poderosos, até a filosofia do povo : o cristianismo, que é mitômana, reino de lenda e mito e milagres gozosos e glorisoso!)
Meu pai, homem brilhante de inteligência, mas manco de erudição, também conhecia " Era uma casa tão engraçada..." - a compreensão de poesia por ele nunca passou das quadras infantis.
Na viagem de ôniubus, duas senhoras, uma velhusca sexagenária em companhia da mãe octagenária. Esta parecia uma menina feia, encarquilhada, a mais velha, a matrarca ; a filha,no entanto, era mais ingênua que uma menina :"morro de dó dos animais", disse vezes incontáveis. Ela parecia aquela personagem Disney, que penso ser enamorada de Pateta Disney : a Clarabela (Uma vaca!!!, a Clarabela, claro!!!, que o Pateta é um cachorro! Frise-se : estou me referindo ao animal quadrúpede e pavorosamente fiel. )
O sonho dela, da "minha Clarabela" era ter dinheiro para comprar uma fazenda, recolher todas as bestas de carga (não sei me incluiu!, pois me falava e olhava de uma forma assim como quem sente "peninha"; seria de mim, a "peninha" ou dos pobres bichos que iam ao matadouro para a gente comer como churrasco depois e junto à metros de cerveja que ficam pela mesa do boteco!) Afiançou-me que pagaria dois mil para os carroceiros não fazerem nenhuma outra azêmola sofrer puxando carga. Que lindo!!! Essa quimera dela me pareceu mais doce que a do profeta Isaías, que imaginava o lobo e o cordeiro se confraternizando e o leão e o asno pastando lado a lado!
Ela me assegurou que não come carne há anos com pena dos bichinhos! Disse ainda que era por isso que estava inteira, malgrado a cara de múmia qie meus olhos captaram cruelmente (fecha olho!!)
Pensei em sugerir a Sociedade protetora dos animais, mas temi que me achasse mais idiota do que já sou, pois observando a estupidez dela fiquei a pensar na minha estultície, imperceptível para mim, clara para os demais, provavelmente.
Na aldeia das casinholas, onde nasci pescador de nada, achei um amigo tolo o suficiente para ler pela milionésima vez os Sermões do Padre Vieira, dizendo-me com uma volúpia infanto-juvenil que estava esperando mais um discurso do PadreVieira, no qual aquele orador emérito se defende ante o Tribunal do Santo Ofício Santo ofício do Cão!, o deles) .
De um inquisidor do Santo Ofício exercendo seus deveres austeramente.
Ontem, matina pura, fui na terra : Adamah! Onde peguei o barro de pai e mãe e pus no corpo ( mas dizem que foi primeiro pai no coito e depois mãe no parto e antes Deus e a natureza que colocaram no mundo este punhado de terra que é meu corpo material, elétrico, químico, eletromagnético, patético, enfim!Puah!)
Senti na coluna vertebral o sussuro dos antepassados.Eles estão em mim como num cemitério vivo. Lembrei que meu pai recitava pateticamente (de novo o patético!) :"eu venho de longe...de terras onde o verde..." e não tenho mais idéia que mais (idéia e lembrança é algo arraigado no senso comum; foi o que ficou do pensamento de Platão na plebe que, da filosofia maior, corrente de pensamento profundo e vasto que se originou em Sócrates, Platão e Aristóteles e que desçeu a uma filosofia menor, de menos sabedoria, maturidade, profundidade e originalidade, até fil´sosofos estócios, epicuristas, cínicos, até se firmar como ciência do Direito, que já não é ciência alguma, mas opiniões de doutores, simples doutrinas para dominar, domar, imperar, que é a filosofia baixa dos poderosos, até a filosofia do povo : o cristianismo, que é mitômana, reino de lenda e mito e milagres gozosos e glorisoso!)
Meu pai, homem brilhante de inteligência, mas manco de erudição, também conhecia " Era uma casa tão engraçada..." - a compreensão de poesia por ele nunca passou das quadras infantis.
Na viagem de ôniubus, duas senhoras, uma velhusca sexagenária em companhia da mãe octagenária. Esta parecia uma menina feia, encarquilhada, a mais velha, a matrarca ; a filha,no entanto, era mais ingênua que uma menina :"morro de dó dos animais", disse vezes incontáveis. Ela parecia aquela personagem Disney, que penso ser enamorada de Pateta Disney : a Clarabela (Uma vaca!!!, a Clarabela, claro!!!, que o Pateta é um cachorro! Frise-se : estou me referindo ao animal quadrúpede e pavorosamente fiel. )
O sonho dela, da "minha Clarabela" era ter dinheiro para comprar uma fazenda, recolher todas as bestas de carga (não sei me incluiu!, pois me falava e olhava de uma forma assim como quem sente "peninha"; seria de mim, a "peninha" ou dos pobres bichos que iam ao matadouro para a gente comer como churrasco depois e junto à metros de cerveja que ficam pela mesa do boteco!) Afiançou-me que pagaria dois mil para os carroceiros não fazerem nenhuma outra azêmola sofrer puxando carga. Que lindo!!! Essa quimera dela me pareceu mais doce que a do profeta Isaías, que imaginava o lobo e o cordeiro se confraternizando e o leão e o asno pastando lado a lado!
Ela me assegurou que não come carne há anos com pena dos bichinhos! Disse ainda que era por isso que estava inteira, malgrado a cara de múmia qie meus olhos captaram cruelmente (fecha olho!!)
Pensei em sugerir a Sociedade protetora dos animais, mas temi que me achasse mais idiota do que já sou, pois observando a estupidez dela fiquei a pensar na minha estultície, imperceptível para mim, clara para os demais, provavelmente.
Na aldeia das casinholas, onde nasci pescador de nada, achei um amigo tolo o suficiente para ler pela milionésima vez os Sermões do Padre Vieira, dizendo-me com uma volúpia infanto-juvenil que estava esperando mais um discurso do PadreVieira, no qual aquele orador emérito se defende ante o Tribunal do Santo Ofício Santo ofício do Cão!, o deles) .
De um inquisidor do Santo Ofício exercendo seus deveres austeramente.
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