qquando a gente começa a se questionar, a se criticar, é porque"um menino nos nasceu, e ele será chamado, Deus conosco, príncipe da paz, e seu reino não terá fim", diz o profeta Isaías.E comoeu hoje tô esdrúxulo em teoria, leio esse oráculo (oração, frase,verso, canto do antigo poeta, então chamado profeta, mas sempre ovelho utopista, sonhador, fingidor. Na realidade, o "Deus conosco" ou "Emanuel" na língua hebraica-aramaica, não é nada mais que uma referência a um filho, à gravidez da jovem esposa, geralmente a esposa do rei, daqueles reis da Casa de Davi, que se metaforizou em coisas inexistentes naquelas línguas e cultura, que não compreendemos, nem o compreendem os maiores eruditos, pois não tiveram o benefício de viver naquela contexto, exceto pelo sonho da máquina do tempo de Prof. pardal e Einstein, que jamias se realizou e, possivelmente, jamais se realizará).
Como todo nascimento, o nascimento da tragédia de ser filósofo, ser autoconsciente, autoconsciente de sua solidão irreconciliável com o mundo e os demais seres ou entes; é o nascimento do pensar por si, ter a coragem do leão para se enfrentar e perceber com regozijo que superou seu próprio pensamento, que depois da ação (que Aristóteles chama o pensar,o ato do homem em contraste com o reagir do bicho: o homem age, o animal, como o corpo, reage), vem a super ação (a superação deque fala Hegel na sua dialética, ou seja, o pensamento que se superou com a crítica da alienação do próprio pensamento emforma de religião, política, dinheiro; a superação do filósofo como a suprema alienação do homem enquanto ser humano, indivíduo).
Todavia, mais difícil do que essas superações abstratas é a superação real, de fato, de si mesmo. Isso é que nos faz sentir vivos, mutantes, crescendo mentalmente como uma criança cresce fisicamente e os anões do pensamento ficam povo o resto dos dias contando lendas coomo se fôssem verdades, incuato, pensando que a ciência que recebemos é ciência de fato, quando o que recebemos da "ciência " em mídia são meras informações truncadas, lendárias, mitológicas, que nos tornam mais imbecis e ridículos, crendo que ouvi ou leu a verdade médica, piscanalítica, nutricional de algum profissional que sabe tudo ( o pobre homem que escreveu um artigo ou deu uma entrevista midiática muitas das vezes nem enxerga o próprio nariz, nem a barriga imensa permite que veja... é pronográfico! Ciência pornográfica é o que recebemos da mídia).
Quanto aos contrapontos das verdades, isso soa como música, Musas reais; se não os há, então a relação é tirânica, de animal-alfa para o grupo de submissos, de governo para com o povo.
sábado, 28 de junho de 2008
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